Distribuidores de BOPP-PET confirmam um 2017 mais saudável

Crescimento nas vendas faz mercado de BOPP-PET esperar um final de ano positivo, além de crescimento de até 3% para 2018

São Paulo, 27 de outubro de 2017 – Longe ainda da bonança, mas já mais estável, o mercado de plásticos BOPP-PET vivem tempos mais calmos.

“Nossa expectativa é de que neste ano o mercado volte a patamares de seis a sete anos atrás”, explica Marco Antônio Cortz, da Papion.

Cecília Vero, diretora da TIV Plásticos, conta que a estabilidade deste ano é fruto da melhor gestão das empresas do setor: “Este ano às margens são mais apertadas e os volumes menores, o destaque positivo diz respeito à saúde financeira das empresas da cadeia, que aparentam estar em melhor situação.

Temos visto números significativamente menores de problemas ligados ao crédito”.

Cláudia Savioli, diretora da Polymark concorda: “A inadimplência deste ano foi bem menor que de 2016! No nosso caso, não tivemos nenhuma inadimplência este ano”, comemora.

Retomada

Com maior estabilidade do mercado, dos distribuidores voltam a fazer planos de crescimento.

Em 2018, acredita o diretor da Papion, o aumento das vendas deve girar em torno de 2,5%.

Já Marcelo Lheritier, gerente comercial da Replas, acredita em crescimento de 3% em relação a 2017.

A diretora da TIV Plásticos explica: “Com a expectativa da continuidade da melhora da economia e com a possível expansão do crédito de forma geral, os volumes tendem a melhorar”.

Mas Cláudia Saviola reforça que este crescimento precisa estar vinculado às mudanças: “Como empresários temos sempre que ter esperanças de que as reformas tributárias, trabalhistas e econômicas do país acontecerão e isso melhorará as expectativas de emprego, produção e investimentos.

Se o Brasil não voltar a ser economicamente estimulado, os mercados continuarão vendendo só commodities, com preços cada vez mais apertados.

A crise internacional também poderá afetar o câmbio, ou seja, tudo isso dificulta o planejamento estratégico das empresas, dependemos de muitas variáveis, porém o importante é manter uma base sólida, com boa comunicação e ação, além de bons parceiros, colaboradores e clientes”, afirma.

Mercado

ExtrusãoAtualmente, a ADIRPLAST conta com sete associados que trabalham com BOPP-PET – Replas, TIV-Plásticos, Limer-Cart, Polymark, Papion, Tecnofilme e BP Filmes.

Juntos, eles representam 70% desse mercado.

“No BOPP respondemos por aproximadamente 75% do mercado nacional de distribuição e no BOPET são cerca de 55%”, explica Cecília Vero.

Para Vero, o grande alcance das associadas se deve a excelência: “As autorizadas tem no mínimo 10 anos, com isso, adquiriram e desenvolveram capilaridade e alcance necessário para atenderem tal mercado.
A relação de longo prazo com todos os grandes fornecedores locais contribui para esse posicionamento fortalecido.
E a ADIRPLAST ajuda a fomentar práticas saudáveis e éticas no mercado, defendendo os interesses da indústria como um todo”, explica.​

Manter a preferência em um mercado cada vez mais competitivo não é fácil, conta a diretora da Polymark: “Estamos há um bom tempo no mercado, enfrentando as mesmas dificuldades de novos players e de revendedores que não oferecem os mesmos serviços e que têm custos menores.

Eles apenas criam no mercado a falsa expectativa de preços baixos, sem nenhum vínculo com entrega de serviço ou preocupação com o negócio do cliente, enquanto a distribuição, armazena, corta, fraciona, flexiona e agiliza todo o processo da cadeia”.

Atendimento e entrega são outros pontos destacados pelos distribuidores como chaves para a manutenção do mercado de BOPP-PET.

“As indústrias vendem bobinas fechadas por pallets, já nós, distribuidores, podemos fracionar e atender exatamente o pedido do cliente, seja no tamanho e na quantidade”, explica Pereira.

“Com um prazo de entrega menor a 48 horas ajudamos os nossos clientes a terem menos custos de estoque”, finaliza Lheritier, da Replas.

A ENTIDADE


ADIRPLAST tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição, o apoio aos seus associados e a integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia.

Seu objetivo é demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos.
A entidade trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.

Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET que, juntas, tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016.
Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.

Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas garantem ao cliente final a qualidade do produto e dos serviços de logística e financeiro.

Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil.
Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.

Empresas essenciais ao setor de plástico brasileiro, os distribuidores associados à ADIRPLAST são responsáveis pela emissão mensal de aproximadamente 25.000 notas fiscais e 80.000 duplicatas.

 

 

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